Moeda fiduciária

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Moeda fiduciária é qualquer título não-conversível, ou seja, não é lastreado a nenhum metal (ouro, prata) e não tem nenhum valor intrínseco.[1][2] Seu valor advém da confiança que as pessoas têm em quem emitiu o título. A moeda fiduciária pode ser uma ordem de pagamento (cheques, por exemplo), títulos de crédito, dinheiro de papel, entre outros.

O economista Keynes defende-a[3], contrapondo tanto ao autor clássico Adam Smith, como aos Austríacos Hayek, Mises, Hans-Hermann Hoppe [4] ou Friedman.

História

A moeda fiduciária substituiu o padrão-ouro em todos os países do mundo, o catastrófico resultado foi hiperinflações ao redor do mundo[5] e o sistema de câmbio flutuante.

Referências

  1. «Mundo dos bancos». Consultado em 16 de outubro de 2013. 
  2. «Instituto Camões». Consultado em 16 de outubro de 2013. 
  3. «Keynes on the menace of printing money». news.goldseek.com. Consultado em 16 de março de 2018. 
  4. HOPPE, Hans-Hermann (2016). DEMOCRACIA, O DEUS QUE FALHOU. São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil. 376 páginas. ISBN 978-8581190792 
  5. N. Rothbard, Murray. O QUE O GOVERNO FEZ COM O NOSSO DINHEIRO?. São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil. ISBN 978-85-8119-054-9 
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